
A MARCA DO PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO É O RELATIVISMO. EIS O DESAFIO PARA OS SACERDOTES EVANGELIZAR NESSE CONTEXTO!
Caro leitor! Essa realidade querendo ou não admitir atinge o âmago da atual sociedade. Daí emerge uma crise profunda de autoridade, de princípios norteadores para a própria sociedade secular e também religiosa. O líder hoje terá êxito se souber ter firmeza de princípios, valores bem alicerçados e como arma forte, o testemunho de vida. A influência sobre os subalternos será extremamente eficiente não pela posição que ocupa, mas pelo carisma que exerce sobre os outros através do diálogo e amizade, da sinceridade, de firmeza nos princípios e vida correta. Portanto, é possível mudar o ambiente onde estamos? Tenho a convicção de que sim, é possível, mas a estratégia para qualquer coordenador de organização seja de natureza, social, política, familiar, educacional e religiosa o princípio será sempre o mesmo. Precisamos nos convencer de que o autêntico líder transforma muito mais por aquilo que ele é como pessoa, do que pelo cargo que ocupa. De maneira especial, os jovens, têm fascínio por um líder que cativa pela simpatia, pelo carinho, pela atenção, por um sorriso diante de suas travessuras. Contudo, isso não significa compactuar com o erro. Ninguém, e, de modo especial a juventude, aceita que os adultos, pais, professores, líderes e sacerdotes façam as mesmas coisas erradas que eles fazem, mas querem ser compreendidos, amados e corrigidos mesmo com certeza dureza, desde que feito com amor. Aí estão os desafios que vejo também hoje, para nós sacerdotes. Neste “ANO SACERDOTAL”, urge tomarmos consciência, quando, a Igreja quer ver nos seus sacerdotes, homens santos, autênticos, de muita oração e que saibam acolher a todos. O mundo está carente desse amor de “Pai” que nós sacerdotes podemos e devemos ser e exercer, pois, um dia recebemos pela imposição das mãos do bispo, sucessor dos apóstolos o Sacramento da Ordem, para fazer o mesmo que Jesus fez, ou seja, ser bondoso e misericordioso.
O PERFIL DO SACERDOTE DO SÉCULO XXI DEVE TRAZER DENTRO DE SI A EXPERIÊNCIA DE DEUS.
Caro leitor! Bento XVI, ao falar por ocasião da V Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe, frisou com muita propriedade a figura do sacerdote hoje: “Se o sacerdote fizer de Deus o fundamento e o centro de sua vida, então experimentará a alegria e a fecundidade da sua vocação. O sacerdote deve ser antes de tudo “homem de Deus”(cf.1Tm 6,11); um homem que conhece a Deus “em primeira mão”, que cultiva uma profunda amizade pessoal com Jesus, que compartilha os “sentimentos de Jesus”(cf. Fil 2,5). Ora, uma estrutura espiritual sólida é condição para enfrentar a correnteza do relativismo que entrou também nas fileiras eclesiásticas. Um segundo passo que podemos apontar na alteração desse câncer relativista presente em todo o pensamento contemporâneo, é uma exigente preparação das novas gerações de sacerdotes no que diz respeito à formação intelectual e cultural. Contudo, a aquisição de uma cultura sólida, alicerçada em princípios cristãos é uma faca de duas pontas, pois, por um lado, é preciso conhecer as linguagens transversais dessa cultura atual que no seu bojo traz elementos do relativismo, subjetivismo, hedonismo e ocultismo. Por outro lado, inserir-se num terreno pantanoso exige habilidade, discernimento e conhecimento vasto, para não ser engolido pelo dragão que está a espera das vítimas, do qual muitos sacerdotes, religiosos(as), leigos(as), bem intencionados acabam sendo vítimas, no processo de aculturação, pois, não coaduna com a fé verdadeira. Inculturar não é processo fácil.
DIALOGAR COM A CULTURA HODIERNA EXIGE MUITO PREPARO E CAFÉ NO BULE.
Caro leitor! O maior problema são as ideologias e linguagens transversais. Nesse “Ano Sacerdotal” é bom que façamos uma revisão do nosso linguajar que muitas vezes está distante daquele usado pela cultura atual, pois, há transmutações sutis de valores cristãos, para uma simbologia diferente daquela que a sã teologia cristã prega. Eis o desafio! Discernimento, leitura e estudo, nas várias áreas do conhecimento para não sermos iludidos por estranhas doutrinas que nos afastam da “VERDADE” que é “CRISTO”. Pense e reflita.
VoltarO PERFIL DO SACERDOTE DO SÉCULO XXI DEVE TRAZER DENTRO DE SI A EXPERIÊNCIA DE DEUS.
Caro leitor! Bento XVI, ao falar por ocasião da V Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe, frisou com muita propriedade a figura do sacerdote hoje: “Se o sacerdote fizer de Deus o fundamento e o centro de sua vida, então experimentará a alegria e a fecundidade da sua vocação. O sacerdote deve ser antes de tudo “homem de Deus”(cf.1Tm 6,11); um homem que conhece a Deus “em primeira mão”, que cultiva uma profunda amizade pessoal com Jesus, que compartilha os “sentimentos de Jesus”(cf. Fil 2,5). Ora, uma estrutura espiritual sólida é condição para enfrentar a correnteza do relativismo que entrou também nas fileiras eclesiásticas. Um segundo passo que podemos apontar na alteração desse câncer relativista presente em todo o pensamento contemporâneo, é uma exigente preparação das novas gerações de sacerdotes no que diz respeito à formação intelectual e cultural. Contudo, a aquisição de uma cultura sólida, alicerçada em princípios cristãos é uma faca de duas pontas, pois, por um lado, é preciso conhecer as linguagens transversais dessa cultura atual que no seu bojo traz elementos do relativismo, subjetivismo, hedonismo e ocultismo. Por outro lado, inserir-se num terreno pantanoso exige habilidade, discernimento e conhecimento vasto, para não ser engolido pelo dragão que está a espera das vítimas, do qual muitos sacerdotes, religiosos(as), leigos(as), bem intencionados acabam sendo vítimas, no processo de aculturação, pois, não coaduna com a fé verdadeira. Inculturar não é processo fácil.
DIALOGAR COM A CULTURA HODIERNA EXIGE MUITO PREPARO E CAFÉ NO BULE.
Caro leitor! O maior problema são as ideologias e linguagens transversais. Nesse “Ano Sacerdotal” é bom que façamos uma revisão do nosso linguajar que muitas vezes está distante daquele usado pela cultura atual, pois, há transmutações sutis de valores cristãos, para uma simbologia diferente daquela que a sã teologia cristã prega. Eis o desafio! Discernimento, leitura e estudo, nas várias áreas do conhecimento para não sermos iludidos por estranhas doutrinas que nos afastam da “VERDADE” que é “CRISTO”. Pense e reflita.


