
NATAL: A FESTA DA ESPERANÇA E DO SENTIDO PARA UMA SOCIEDADE SEM DIREÇÃO
Caro leitor! A sociedade contemporânea caminha em cima de um muro, cujos lados são abismos escuros e profundos, dado as opções que a mesma decidiu fazer. Dentro desse contexto em boa hora o Papa Bento XVI publicou em 2007 a Encíclica “Spe Salvi”, que ao nos aproximar da grande solenidade do Santo Natal, é bom recordar, de que sempre que o homem tentou tomar suas decisões sem o embasamento no Criador, não lhe restou outra visão da história e da vida, senão a de caminhar em cima de um muro rodeado de abismos e sem meta clara de chegada. A perda dos valores e do sentido que é Deus pagamos sempre um preço alto, pois recusamos o “Dom da vida” e o ponto certo da realização humana. A ideologia do secularismo, característica da atualidade, nos induz ao “ativismo”, à correria, que no fundo é o medo e a recusa em nos colocar diante de nós mesmos. É o silêncio que nos faz entrar no profundo do “mim mesmo” e ali vivenciar e sentir o grande silêncio de Deus, pois, para aqueles que se abrem ao mundo da transcendência contemplam e saboreiam a paz que nenhuma ideologia nesse mundo nos pode transmitir e proporcionar. Por outro lado, aqueles que na autosuficiência decidem viver a horizontalidade da história, não lhes resta mais nada do que ser um andarilho ávido de encontrar um porto seguro, embora imanente e incompleto. O homem foi criado para ser feliz, mas em sintonia com o Criador.
A ENCÍCLICA “SPE SALVI” É UM INDICADOR DE QUE A ESPERANÇA ESTÁ ALÉM DO AQUI E DO AGORA.
O Natal nos últimos tempos foi aos poucos se tornando uma festa pagã, desvinculada do seu sentido original. O pensamento contemporâneo no entusiasmo do desenvolvimento vertiginoso da economia celebra o nascimento e a entrada de Deus na história, sempre fazendo os balanços econômicos da temporada. Não queremos tirar o brilho material da festa do Natal, as ceias, os encontros de famílias, as apresentações que movem o comércio. Contudo, e, de modo particular, os cristãos, devem não esquecer e estar atentos também ao que é “essencial, ou seja, a entrada de Deus na história humana para nos colocar num patamar digno daquilo que Deus pensou para o homem desde sempre. A fé é a substância das coisas que se espera a prova das coisas que não se vêem. A Encíclica é clara quando adverte os cristãos e homens de boa vontade, que o materialismo não é resposta. Esse pensamento é um engodo, pois: “Fé é a substância da esperança”(cf. Spe Salvi). Santo Agostinho, diz: “...no fundo não sabemos realmente o que desejamos, o que propriamente queremos”(...)não conhecemos a vida verdadeira; e no entanto, sabemos que deve existir algo que não conhecemos e para isso somos impelidos”.
NATAL É A FESTA DO SENTIDO E DA ESPERANÇA A UM MUNDO QUE VACILA NO PÂNTANO DO RELATIVISMO.
Caro leitor! Deus nos criou para sermos felizes. As diversas ideologias que ao longo dos séculos radicalizaram seus princípios na imanência da temporalidade jogaram a humanidade toda, no lamaçal da desordem moral e pobre em valores, como p.ex. a vida. Por isso Deus teve compaixão do homem que tinha feito um plano de amor para o mesmo, e, dentre os valores deu a liberdade, esse, não soube administrar. Portanto, imbuído da paixão de Deus para com o ser humano, decidiu estender a mão a quem estava atolado na miséria de suas escolhas. Quatro motivos desse gesto de misericórdia e bondade do Pai para conosco, justificou a entrada de Deus no mundo. 1. Jesus se tornou gente para nos salvar e nos reconciliar com o Pai. 2. Através de seu Filho se deu a conhecer a Ele e o seu grande amor. 3. Para ser modelo de santidade ao ser humano. 4. Para nos fazer participar de sua divindade. Santo Agostinho chega a afirmar: “Ó feliz culpa, que fez com que Deus, assumisse tamanho gesto, dando sua vida por nós através de seu Filho”. Celebrar o Natal é celebrar o sentido e o sentido é meta e meta é o “Porto Seguro” que o homem contemporâneo busca ansiosamente, frustrado e exausto por esse relativismo barato. “Só Tu tens palavras de vida eterna, a quem nós iremos Senhor”?
Desejo aos leitores: FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
VoltarA ENCÍCLICA “SPE SALVI” É UM INDICADOR DE QUE A ESPERANÇA ESTÁ ALÉM DO AQUI E DO AGORA.
O Natal nos últimos tempos foi aos poucos se tornando uma festa pagã, desvinculada do seu sentido original. O pensamento contemporâneo no entusiasmo do desenvolvimento vertiginoso da economia celebra o nascimento e a entrada de Deus na história, sempre fazendo os balanços econômicos da temporada. Não queremos tirar o brilho material da festa do Natal, as ceias, os encontros de famílias, as apresentações que movem o comércio. Contudo, e, de modo particular, os cristãos, devem não esquecer e estar atentos também ao que é “essencial, ou seja, a entrada de Deus na história humana para nos colocar num patamar digno daquilo que Deus pensou para o homem desde sempre. A fé é a substância das coisas que se espera a prova das coisas que não se vêem. A Encíclica é clara quando adverte os cristãos e homens de boa vontade, que o materialismo não é resposta. Esse pensamento é um engodo, pois: “Fé é a substância da esperança”(cf. Spe Salvi). Santo Agostinho, diz: “...no fundo não sabemos realmente o que desejamos, o que propriamente queremos”(...)não conhecemos a vida verdadeira; e no entanto, sabemos que deve existir algo que não conhecemos e para isso somos impelidos”.
NATAL É A FESTA DO SENTIDO E DA ESPERANÇA A UM MUNDO QUE VACILA NO PÂNTANO DO RELATIVISMO.
Caro leitor! Deus nos criou para sermos felizes. As diversas ideologias que ao longo dos séculos radicalizaram seus princípios na imanência da temporalidade jogaram a humanidade toda, no lamaçal da desordem moral e pobre em valores, como p.ex. a vida. Por isso Deus teve compaixão do homem que tinha feito um plano de amor para o mesmo, e, dentre os valores deu a liberdade, esse, não soube administrar. Portanto, imbuído da paixão de Deus para com o ser humano, decidiu estender a mão a quem estava atolado na miséria de suas escolhas. Quatro motivos desse gesto de misericórdia e bondade do Pai para conosco, justificou a entrada de Deus no mundo. 1. Jesus se tornou gente para nos salvar e nos reconciliar com o Pai. 2. Através de seu Filho se deu a conhecer a Ele e o seu grande amor. 3. Para ser modelo de santidade ao ser humano. 4. Para nos fazer participar de sua divindade. Santo Agostinho chega a afirmar: “Ó feliz culpa, que fez com que Deus, assumisse tamanho gesto, dando sua vida por nós através de seu Filho”. Celebrar o Natal é celebrar o sentido e o sentido é meta e meta é o “Porto Seguro” que o homem contemporâneo busca ansiosamente, frustrado e exausto por esse relativismo barato. “Só Tu tens palavras de vida eterna, a quem nós iremos Senhor”?
Desejo aos leitores: FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.


